404nOtF0und é uma publicação eletrônica internacional centrada nas particularidades da cultura eletrônica contemporânea. Mas não se trata de uma publicação acadêmica strictu sensu.
Pretende ser uma publicação aberta à experimentações estilísticas e à perspectivas aguçadas em relação ao contemporâneo. Artigos, ensaios, entrevistas e resenhas, arte eletrônica serão publicados ao menos uma vez por mês e distribuído de forma eletrônica através de assinaturas gratuitas.
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31.8.05
These pages demonstrate visual phenomena, called "optical illusions" or "visual illusions". The latter is more appropriate, because most effects have their basis in the visual pathway, not in the optics of the eye. I selected these based on relative novelty and interactivity, and will expand the explanations when I find the time, to the degree that these phenomena are really understood.
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30.8.05
Joe Strike ventures out to survey the music video scene to see who’s animating memorable work.
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30.8.05
fijuu is a 3D, audio/visual performance engine. Using a game engine, the player(s) of fijuu dynamically manipulate 3D instruments with PlayStation2-style gamepads to make improvised music.
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29.8.05
LegalTorrents is a collection of Creative Commons-licensed, legally downloadable, freely distributable creator-approved files, from electronic/indie music to movies and books, which we have made available via BitTorrent
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29.8.05
Brixton's bassbins, most accustomed to pumping out the South London street-culture staples of reggae and dancehall, are booming with a new sound. Moving out of the shadows of UK garage and grime, dubstep is forging its own identity.
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29.8.05
FAVE is a community event for people who are interested in free and open source creative software on Linux and other computer platforms. The 2005 event took place on Saturday August 20th at the Trinity Community & Arts Centre in Bristol, UK.
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29.8.05
Fibreculture Journal is a peer reviewed journal that explores the issues and ideas of concern and interest to both the Fibreculture network and wider social formations. The journal encourages critical and speculative interventions in the debate and discussions concerning information and communication technologies and their policy frameworks, network cultures and their informational logic, new media forms and their deployment, and the possibilities of socio-technical invention and sustainability.
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29.8.05
Moving Canvas is a collection of several proposals. They all have emerged from our reflection on the visual and symbolical importance of trains in an urban context and the possibility of exploiting their short-lived prominence as brief communicative moments.
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29.8.05
The Unseen Video is much more than a normal, static music video. It is a video that is affected by the weather and local time from the position of the viewer.
We want to create new synergies between the music, the video and the surroundings of the viewer. Every little change in your environment ensures that you will never see the same video twice. The look of the video might slightly change within an hour, but will have a whole new character in a few months.
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29.8.05
Os blogs estão se profissionalizando e deixando de ser apenas "diário virtual adolescente" para virar palco de discussões e fonte de informações para muitos setores. No mundo corporativo, vários executivos têm seus próprios blogs, assim como jornalistas renomados também mantêm um canal próprio de informação e discussão. E esta febre começa a contagiar professores e educadores, que já vêem nos blogs uma alternativa para comunicação na educação e um excelente meio para oferecer uma formação descentralizada.
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28.8.05
Tecnobrega consolida uma nova cadeia produtiva
Há muito tempo, o estilo de consumo musical das periferias brasileiras vem se comportando de maneira totalmente diferente do padrão que as gravadoras aprenderam a controlar e do qual sabem tirar seus lucros. Num panorama como esse, é óbvio que um camelô de CDs piratas tem muito mais chances -não só pelo preço- de seduzir o público do que uma loja de discos oficiais, onde os produtos são vendidos quase sempre com a aura de obras de arte (mesmo há tanto tempo na época de sua reprodutibilidade técnica!) adequadas a um tipo de consumo sempre refinável e intensamente retroalimentável. Se o garoto quer comprar uma música ("aquela que fala assim: "Não sou audiência pra televisão"... Não sei quem canta...") para escutar umas três vezes -se muito- para que precisa de capa luxuosa, som perfeito ou letra completa (com relação completa dos músicos que tocaram em cada faixa) no encarte?
Os piratas são os inimigos "número 1" da indústria fonográfica. Mas nem toda a música do mundo está sendo lançada pela indústria fonográfica. Portanto, imaginava eu, deveria existir em algum lugar do mundo alguma música que seria amiga da pirataria. Só não tinha encontrado ainda um exemplo concreto dessa relação "amigável".
Até que fui para Belém, no Pará, e me apaixonei pelo tecnobrega. Procurei os discos nas lojas de disco, pois sou do tempo antigo, em que todo mundo comprava discos em lojas de disco. Nada. Os músicos mesmo me indicaram os camelódromos como os únicos locais onde poderia encontrar os seus sucessos. Não tive dúvidas e, confesso criminosamente, comprei os meus primeiros discos piratas feliz da vida. O tecnobrega é a nova evolução de um dos estilos mais populares que a música popular brasileira já produziu. Sua origem mais remota, se não quisermos ir mais longe entre antepassados seculares da tradição romântica nacional, é a jovem-guarda dos anos 60, rock básico e escandalosamente ingênuo, tocado com uma guitarra "chacumdum", um baixo e bateria.
Quando Roberto Carlos quis virar cantor adulto, acompanhado por orquestras, a jovem-guarda migrou para o interior, mas manteve público fiel entre as camadas mais pobres de nossa população, passando a ser chamada pejorativamente de brega.
O brega floresceu primeiro no Goiás de Amado Batista, depois foi passear no Pernambuco de Reginaldo Rossi e acabou montando seu mais recente quartel-general no Pará. Na Belém pós-lambada, a cada ano são lançados mais de 2.000 discos diferentes de brega, em muitas gravadoras independentes.
Essa música toca nas rádios locais e nas festas de aparelhagem, que são os grandes bailes da periferia paraense, com equipamento gigantesco formado por centenas de amplificadores, televisores, teclados, "samplers", tudo empilhado em formato de totem tribal eletrônico. Os DJs das aparelhagens -equipes de som que levam nomes como Príncipe Negro ou Tupinambá Treme-Terra (e a terra treme mesmo com o som ensurdecedor)- tocam de tudo, de tecno a forró. Mas ultimamente o brega tem dominado os horários mais animados da festa.
Em cada vez que passei por uma festa de aparelhagem fui surpreendido por uma troca de "paradigma" tecnológico. Vi, há não menos que 15 anos, os DJs tocando vinil, depois mudaram para CD, logo em seguida para MD e hoje só usam MP3, fazendo mixagens com o auxílio de teclados, mouses e monitores de tela plana. Tinha que aparecer uma música que combinasse com tal ostentação maquínica.
Os primeiros sinais do tecnobrega foram ouvidos no verão (que no Pará se vive no meio do ano) de 2002, mas tomou realmente conta das festas de aparelhagem em 2003. É o velho brega, com batida mais acelerada, feito só com sons de computadores. Parece um Kraftwerk de palafita, produzido sob calor equatorial por quem escutou muito carimbó, cúmbia, zouk e Renato e Seus Blue Caps -e não domina ainda totalmente os recursos do "cut-and-paste" que hoje estão na base dos softwares de produção musical que podem ser baixados de graça em sites piratas da internet.
Porém é essa atitude sem-cerimônia diante das máquinas que torna a música tão interessante, mais do que muito "projeto" eletrônico-fashionista "sério" que existe por aí. Não tenho dúvida de que o CD de estréia da banda Tecno Show, a primeira tentativa do tecnobrega de lançar um disco "de verdade", "como antigamente" (e não uma compilação feita pelos próprios camelôs), é uma das coisas mais divertidas que apareceram na música brasileira recente.
Mesmo com CD lançado, a mídia mais importante para o Tecno Show -e outras bandas como a Vôo Livre ou a Mega Pai D'Égua- continua a ser o MP3 que vai para os DJs das aparelhagens ou dos programas de rádio e para as fábricas de quintal de CDs contratadas pelos camelôs.
A música circula mais como bytes do que como objetos reais que podem ser comprados e manipulados no mundo "não-virtual". Os músicos não têm mais gravadoras nem o custo de prensar os discos, imprimir as capas ou distribuir os produtos -esse custo todo fica por conta dos camelôs e seus sistemas não-oficiais de indústria e comércio. O tecnobrega assumiu a pirataria como forma de divulgação.
De que então os músicos vivem, se não ganham dinheiro com vendas de discos nem as sociedades de arrecadação de direitos autorais têm o mínimo controle sobre o que toca nos programas de rádio ou nas festas de aparelhagem? Vivem das apresentações ao vivo, é claro -e nisso parecem ser pioneiros e vanguarda da música pop em tempos pós-Napster. As bandas do tecnobrega precisam da divulgação nas rádios, nas aparelhagens e no camelô para fazerem sucesso e serem contratadas para shows. Por isso seus grandes sucessos são metamídia: as músicas elogiam DJs, programas de rádio (como o "Mexe Pará") e de TV, aparelhagens, fã-clubes de aparelhagens (ainda não escutei músicas celebrando camelódromos e piratas...). E assim todo mundo encontra seu devido lugar numa nova cadeia produtiva, totalmente descolada da economia oficial.
Quando contei tudo isso para o DJ Marlboro, principal produtor do funk carioca, ele não ficou nem um pouco espantado e apenas comentou: quando os camelôs e os piratas se aliarem aos músicos com contratos de exclusividade uma nova indústria fonográfica estará nascendo. Retruquei: mas aí aparecerão os novos piratas. E assim por diante. Não há como conter ou controlar as novidades e as dificuldades que a digitalização da cultura trazem para os antigos modos analógicos de comércio de cultura. Ou da economia em geral.
Uma festa de aparelhagem de Belém do Pará mostra a vitalidade de uma economia paralela brasileira e mundial, que não aparece mais nas estatísticas do Ministério da Fazenda ou do Trabalho nem pode ser domesticada nos acordos cada vez mais precários da Organização Mundial do Comércio. Até as roupas que os dançarinos usam são compradas em camelôs que se abastecem em feiras nordestinas, em circuitos totalmente "off"-ICMS, "off"-notas fiscais e "off"-carteira assinada.
Podemos fechar os olhos fingindo que esse mundo não existe, acreditando piamente nas estatísticas de desemprego e fatores sociais semelhantes que são publicadas nos jornais. Podemos achar que polícia e educação vão trazer essas outras economias para as leis oficiais e os impostos. Mas talvez seja melhor encarar essas novidades de frente, sem ilusões (ou repressões fadadas à derrota -como a que a indústria fonográfica ridiculamente decretou contra a troca de músicas via internet), aprendendo com elas não a se deixar dominar pela barbárie, mas sim a inventar as novas formas caóticas -no bom sentido!- de civilização do futuro.
Afinal, o que a velha economia, com seus séculos de exploração, trouxe de realmente bom e acessível (por outra via que não a pirataria) para quem frequenta e ama o tecnobrega das festas de aparelhagem?
Por Hermano Vianna
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27.8.05
Recent innovations in computer software and performance gains in hardware are now permitting the development of a truly performative cinema. Today, we can see this distinctive new art form growing quickly and this symposium will aid in the formative theory of this new cinematic art - complete with mind-bending performances by leading artists in the field.
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27.8.05
KeyWorx is a software platform that aims to enable developers to invent, develop, integrate and deploy applications with multi-user/multimedia features. A common aspect of these applications is that they aim to empower users to be the (joint) creators of multimedia content. Multimedia content may be of any form, dependent on the application services reused and/or developed for that application. Examples of services range from simple file uploading/publishing through newspaper-type of multimedia document editing, drawing services and real-time audio/video sharing.
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26.8.05
O trabalho do VJ (“video-jockey”), por mais singular que pareça ser, faz parte dos domínios da não-especificidade. O vídeo, matéria-prima dessa configuração artística provisória, já foi mais “ao vivo” do que hoje, e este texto busca algumas referências desse percurso.
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26.8.05
MOD Films produces “film worlds” – film that are purpose-built for online interactivity and for manipulation after their traditional release.
The company begun with the idea of “re-mixable films” where MODs (modifications and extensions), and even original film assets, are available to subscribers. Film worlds have huge market potential, greater than Massively Multiplayer Online Games, because game-play remains optional.
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26.8.05
Common Content
is a catalog of works licensed in the Creative Commons, available to anyone for copying or creative re-use.
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26.8.05
Free Cinema
is an experiment with two goals: 1) To introduce independent filmmakers to the ideas behind the burgeoning free-culture movement. 2) To see if applying those ideas to feature filmmaking will result in something new and interesting.
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26.8.05
Open Source Cinema
is a film project dedicated to creating movies in ways inspired by the free software and free culture movements. The goal is for filmmakers to be able to collaboratively create film works, via Internet, using shared footage from a variety of sources. Open Source Cinema also encourages the free sharing of film works through peer to peer networks and other alternatives to mainstream distribution, such as Creative Commons licenses.
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26.8.05
inside us all
To use multi-media art, film, photography, vj'ing, music and public events to deliver a contemporary message demonstrating global issues and political difficulties our planet is presently encountering.
Our intention is to provide help & resources to communities around the world, developing existing projects with support, attention and materials to improve their facilities, especially for children.
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26.8.05
Edo
is a high-performance and high-quality image compositing application designed for maximum flexibility. Edo lets you combine and manipulate video files, 3D sequences and still images in a non-destructive way using a powerful node graph visual interface. The use of modern video card graphics processors (GPUs) enables true realtime performance, and support for industry standard file formats helps integrate Edo into many kinds of workflow.
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26.8.05
Modul8
is a revolutionary MacOS X application designed for real time video mixing and compositing. It has been designed for VJs and live performers.
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26.8.05
Grid Pro
is a new way of working with video, dissolving the line between traditional video and live performance. Think of it as a real time video instrument, a way to express yourself like never before. Grid Pro allows you to be a video editor by day, and a VJ by night, all within the same program.
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26.8.05
OpenFlix
provides a directory of movies commonly thought to be in the public domain and works their owners are willing to let be distributed.
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26.8.05
Quartz Composer
is a new realtime graphics technology provided by Apple in Mac OS X 10.4 (Tiger). It allows "movie files" to be constructed that render 3d effects on the fly and has user interaction and scripting capabilities. These quartz composer compositions (qcc) can be played back just like normal quicktimes in any VJ mixing program or they can be embedded within an application. Think of it as a hardware accelerated 3D version of flash movies. It includes a graphical authoring environment similar to MAX/MSP or Visual Jockey. It’s also free and included with every copy of Tiger.
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26.8.05
Ars Electronica
possesses one of the world’s most extensive archives of digital media art from throughout the last 25 years. It consists of the Catalog Archive and material documenting the Ars Electronica Festival (from 1979), the Archive of the Prix Ars Electronica (from 1987), material on Ars Electronica projects as well as biographies of the artists and theoreticians who took part in them.
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26.8.05
Haque
specialises in the design and research of interactive architecture systems. Architecture is no longer considered something static and immutable; instead it is seen as dynamic, responsive and conversant. Our projects explore some of this territory.
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26.8.05
Billboard Liberation Front
The BLF is fueled by a single passion: the timely improvement of outdoor advertising. From the humble kiosk insert to the mighty freeway mega-sign, our experienced operatives possess both the technical skills and the creative vision to execute world-class media campaigns.
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24.8.05
The Cloud Harp
is a meteo-electronic installation that converts real-time, thanks to an infra-red laser beam and a telescope sharing the same optics, the height, density and structure of clouds into sounds and musical sequences. The melodies and sounds are determined by factors such as cloud height, density, structure, luminosity, and meteorological conditions. Each cloudscape produces a particular kind of sequence. The Harp is polyphonic : it can sing on many different voices simultaneously, each one being mapped on a specific altitude range. It sings 24 hours a day, 365 days a year, by any weather. When the sky is blue, it remains silent. The range of the instrument is 25 000 feet or 8 kilometers, which means that some high stratospheric clouds, such as cirruses, are not detected.
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24.8.05
Pervasive and Locative Arts Network
A new international and interdisciplinary research network in pervasive media and locative media has been funded as part of the Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC) Culture & Creativity programme. The network will bring together practicing artists, technology developers and ethnographers with the aim of advancing interdisciplinary understanding and building consortia for future collaborative projects. It will be of relevance to people working in the arts, games, education, tourism, heritage, science and engineering.
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24.8.05
The Futuresonic 2006 festival
will explore the theme of Independence, looking at collaborative cultures and independence movements in art, technology and culture. Futuresonic was formed 10 years ago at a time when there was a emergent musical and digital culture that was outside the mainstream, collaborative and peer-to-peer. Today a centre of gravity has shifted towards the world of hackers, bloggers, free networks, open source, social software and civic technologies. What has remained constant has been the emphasis on social autonomy and independence of creative practice. Futuresonic 2006 will explore the state of independence today, and showcase independent music, arts and technologies that are open, emergent, collaborative and ad-hoc.
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24.8.05
ambientTV.NET
is a crucible for independent, interdisciplinary practice ranging from installation and performance, through documentary, dance, and gastronomy, to sound and video composition and real-time manipulation.
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24.8.05
FSDT
This page describes what I call Flatbed Scanner Digital Telecine, a process I am developing to inexpensively convert movie film to digital movies using ordinary flatbed scanners rather than exotic, expensive telecine converters.
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22.8.05
RCCS
The Resource Center for Cyberculture Studies in an online, not-for-profit organization whose purpose is to research, teach, support, and creat diverse and dynnamic elements of cyberculture.
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20.8.05
Stockstock
is a film festival consisting of short films made entirely from stock footage. We select a limited amount of stock footage and give it to you—your job is to make it into some kind of short video presentation.
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20.8.05
Gypsy4
is the latest in a long line of Gypsy electro-mechanical motion capture systems. Built on the success of the award-winning Gypsy 3, The Gypsy4 is sleek, lightweight and simple to operate. It has been designed to allow the user maximum freedom of movement and comfort. Using 43 motion sensors placed around 17 human joints the Gypsy system accurately records the rotational motion of the actor’s bones. The world’s lowest priced real-time motion capture system.
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20.8.05
Paula Perissinotto
Este estudo mostra como se deu a relação das artes visuais com a ciência e a tecnologia. Para isso, partiu das idéias lançadas pelos irmãos Naum Gabo e Anton Pevsner, construtivistas russos, através do Manifesto realista, procurando libertar as artes visuais de seu estigma de arte estática. Esta pesquisa acompanhou o trajeto de artistas (Archipenko, Duchamp, Gabo, Pevsner, Moholy Nagy, Mari, Bury, Tinguely, Schöffer, Takis, Tatlin, Rodchenko, Man Ray, Calder, Le Parc, Palatinik, Lígia Clarck, Robert Rauchemberg, Christa Sommer&Laurent Mignonneau, Jeffrey Shaw...) que, ao longo do séculoXX, desenvolveram pesquisas nesta linha . Este trabalho percorreu a história da arte cinética, apontando artistas que exploraram a interatividade (a perceptiva, a espaço/temporal ou a potencial surgida da relação da arte com a tecnologia) além daqueles que buscaram soluções em outras disciplinas, tanto em outras artes como na ciência. Mostra como a complexidade desta interdisciplinariedade criou mudanças de conceitos formais, estruturais e estéticos. Enfoca também como a adesão das artes às novas tecnologias provocou transformações não apenas no mundo dos artistas, mas também no universo institucional que incentiva e promove as artes visuais contemporâneas.
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20.8.05
The BBC Archive
For the first time in our history the BBC is opening its video archives to the UK public. Download nearly 100 clips especially chosen with VJ's in mind. We've scoured the archives for skylines, sunsets, seascapes, wildlife, time-lapse photography & retro gadgets. We will be adding new clips/programmes and launching a major VJ based competition over the next few months so keep coming back for the latest updates.
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18.8.05
Belmer Negrillo
está desenvolvento 1a glove com sensores p/ VJs controlarem remotamente seus sets:
The idea here is to create a tool for the Vjs control remotely, without wires, and with more natural gestures (than keyboard, mouse and sliders) the video mixing. The secondary feature is to allow people use this same tool in a kind of simpler “user mode” to play with the video in the big screen, without need of previous learning (they will learn “on the fly” by the visual feedbacks).
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18.8.05
PlayMotion!
greg roberts criou um fantástico ambiente interativo de projeção. as possibilidades de diálogo com o VJing dariam a pista de dança o gosto tátil dos paraísos artificiais sonhados por baudelaire. cheQ os vídeos.
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18.8.05
The Freesound Project
aims to create a huge collaborative database of audio snippets, samples, recordings, bleeps, ... released under the Creative Commons Sampling Plus License.esperamos contribuir p/ iniciativas similares no q se refere a produção de loops para VJs.
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6.8.05
VJIB
VJIMAGEBANK is a worldwide VJ / Multimedia Community resource for all, made by artists for artists.
cobram 80% para hosteAR e vender seu material.
/ridículo/
ñ vai colar...
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4.8.05




















